6 on 6 - Agosto 2016

11.8.16

6 de agosto de 2016, sábado, e eu estava em Maringá/PR num evento da banda do marido. Gosto muito de acompanhar o marido nos shows. Sempre que possível, vou com ele nas viagens que fazem de ônibus, mas dessa vez tive a oportunidade de ir junto numa viagem de avião. São viagens muito cansativas, com horários apertados, sem muito descanso, mas os caras da banda e da técnica são divertidos e, apesar de não ter tempo para turistar na cidade, acabo conhecendo pessoas, lugares e igrejas diferentes.

Quando vou junto, gosto de ficar na "lojinha" vendendo os produtos da banda. Muitas vezes é bastante cansativo, mas muito gratificante. Eu gosto. Vou e faço porque gosto. Porque reconheço a importância que é o ministério dessa banda. Além de ser fonte de renda do meu lar, o trabalho da Oficina G3 abençoa muitas vidas, leva a sublime palavra de Deus à muita gente, toca corações e muda caminhos. Testemunhos de pessoas sobre o trabalho da banda me mostram como Deus os usa e quer usá-los ainda mais. E sempre que posso ajudar, seja no que for, me disponibilizo.

Bem, como estava fora de casa e sem tempo para sentar e publicar meu 6 on 6 de agosto, o post saiu atrasado esse mês, mas tá aqui!

Na volta pra casa, já dia 07, ainda não tinha foto nem ideia de tema pra esse post. Mas dentro do avião, olhando pela janela, me veio a vontade de fazer fotos "voando". Sempre gostei de sentar na poltrona da janela pra olhar lá pra fora e contemplar essa loucura que é voar.

Ainda que eu viva 100 anos, até lá vou ficar encantada com a possibilidade de andar de avião. De passar por dentro das nuvens, de ficar por cima delas, de olhar o sol "mais de perto", de sobrevoar o mar, ver a cidade como um mapa e muitas formiguinhas... Me sinto grande olhando daquela janela. Distante. Viajo.

sobre.voar

Quando criança,
sonhava que voava.
Corria, corria até pegar impulso
e flutuar.
Frio na barriga,
ventinho fresco no rosto.

Não tinha asas,
mas voava...

Tantas vezes acordei
me vi na cama
e botei os pés no chão,
frustrada.
Hoje, adulta,
dentro doo avião
e olhando da janelinha
posso voltar a me sentir
no sonho.

O avião corre, corre até pegar impulso
e flutuar.
Frio na barriga, sem vento na cara,
mas me sinto grande
diante (e distante) da terra.

Percorro as nuvens,
cumprimento o sol,
e o vento chacoalha a gente.
Eu acho divertido.
Nunca tive medo de turbulências...
E queria que isso se aplicasse
também
à vida.
- Essa: com os pés no chão.

tudo tão pequenininho e tão grandioso

viajar com ele é me dividir entre a revista, a janela e o calor de sua companhia

no avião, posso "andar" sobre as nuvens

matéria falando de Pablo Neruda despertou minhas lembranças da lua de mel

nossos ombros não carregam pesos, nossos ombros são ninhos

o avião desperta minha imaginação, vejo uma cidade de lego

Por hoje é isso.
E não deixe de ver 6 on 6 dos outros blogs que participam comigo. 

você também pode gostar:

0 comentários